Janeiro de 2019
Solução ideal para pequenos volumes e alta complexidade de componentes.
A fabricação aditiva de componentes de plástico, aço e outros materiais tem crescido em importância nos últimos anos. No entanto, no caso do carboneto cementado, até então não existia um processo confiável que atingisse o mesmo padrão de qualidade dos processos de fabricação estabelecidos e otimizados ao longo de décadas. Com seu processo recém-desenvolvido, a AGrade não só alcança a qualidade habitual dos produtos fabricados por prensagem e usinagem, como também consegue atender melhor às necessidades dos clientes.
“A fabricação aditiva de produtos de carboneto nos proporciona maior flexibilidade em termos de implementação das necessidades dos clientes e abre novas possibilidades de design, que podemos usar para oferecer aos nossos clientes soluções altamente otimizadas e personalizadas no menor tempo possível.” Isso também inclui suporte ativo na otimização do design do produto.
Entrega mais rápida a custos mais baixos
Uma das principais vantagens da manufatura aditiva de metal duro é a economia de tempo e custos durante a fase crítica de aumento da produção de produtos em pequenos lotes e de alta complexidade, como a fabricação de protótipos. Ao produzir a geometria diretamente a partir do software de projeto, a impressão 3D permite o planejamento e a execução rápidos de projetos, sem a necessidade de formas e matrizes complexas de produção, bem como de ferramentas caras com ponta de diamante, indispensáveis para a usinagem de peças de metal duro. Isso, sem dúvida, economiza muito tempo e dinheiro valiosos, principalmente no desenvolvimento de protótipos.
Mais liberdade de design
O segundo grande benefício da manufatura aditiva é a maior variedade de formas possíveis, graças à produção direta de contornos livres que ultrapassam em muito os limites dos processos de fabricação tradicionais. Graças a esse novo processo, agora é possível fabricar geometrias que antes eram consideradas inviáveis. Isso inclui, por exemplo, estruturas com reentrâncias ou áreas inacessíveis às ferramentas de corte, como cavidades e canais internos da peça acabada, que não podem ser acessados externamente em uma etapa posterior. Essa inovação possibilita um maior grau de complexidade dos componentes, bem como um nível mais profundo de integração, ao mesmo tempo que reduz o número de montagens e componentes individuais.






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